"A morte que os homens tanto temem, apenas é a separação entre corpo e a alma, mas a morte que os homens não temem, é a eterna separação de Deus" (Agostinho, 354-430).
"E lhes proferiu ainda uma parábola, dizendo: O campo de um homem rico produziu com abundância. E arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus" (Evangelho de Lucas 12. 16-21).
Pr. Josué Ribeiro da Costa, Aprendiz de Teologia.
Que Deus em Cristo Jesus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
sábado, 7 de janeiro de 2012
sábado, 17 de dezembro de 2011
A confissão de pecados como salutar prática
"Os da linhagem de Israel se apartaram de todos os estranhos, puseram-se em pé e fizeram confissão dos seus pecados e das iniquidades de seus pais." (Neemias 9.2)
A confissão de pecados segundo os padrões bíblicos deveria ser uma "rotina", quero dizer, uma disciplina. Todo o dia é momento de confissão de pecados. Confrontados ou não com nossas falhas, mazelas e pecados, o Espírito Santo almeja nos encorajar a esta salutar prática. Esclareça-se que tal postura não é um mantra, uma espécie de reza ou algo que o valha, pois redundará em legalismo.
A partir da sondagem feita por Deus e de um sincero pedido, o cristão pode falar como o salmista: "vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno" (Salmo 139.23,24). A falta de confissão acumula frieza espiritual, formalismo e insenssibilidade como ocorreu com o povo de Israel e sua liderança por diversas vezes. Deus em sua infinita e graciosa misericórdia provia meios para que através de grandes avivamentos retornassem aos padrões requeridos por Ele.
A confissão de pecados também serve de alarme. O pecado é hediondo. É traiçoeiro. É insistente. É incansável. O escritor na Carta aos Hebreus afirma: "...desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia.."(Hebreus 12.1). Reportando ao primeiro homicídio, as Sagradas Escrituras falam de uma espécie de aviso solene que o Senhor dera a Caim: "Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo" (Gênesis 4.7). Teria Caim conseguido livramento de tamanha queda caso tivesse confessado o pecado já instalado, mas não consumado? A resposta só pode ser positiva e aqui citamos as palavras de Tiago em sua carta: "Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá a luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte" (Tiago 1.15). A confissão é benfazeja, pois cada cristão sincero mesmo acobertado pelo precioso sangue de Jesus, não pode ser ingênuo em desconhecer que lidamos com um coração corrupto cujo mapa só Deus tem acesso e completo domínio. Com a confissão vem o discernimento que áreas obscuras de nosso ser devem ser vasculhadas pelo melhor dos psicanalistas, o Senhor, que conhece cada um de seus vasos como atesta o profeta Jeremias em sábias palavras: "Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações" (Jeremias 17.10).
O crente sincero e conhecedor de suas inúmeras necessidades espirituais não vai esperar grandes avivamentos ou mesmo situação de crises como as que ocorreram nos dias de Esdras e Neemias (Neemias 9.2) para fazer confissão de pecados, mas vai insistir diante do trono do Altíssimo por sua graça, misericórdia e vida de vitória.
Do pecado congênito, inato, herdado de Adão, foram todos os cristãos sinceros purificados pelo precioso sangue de Jesus: "Se, porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo o pecado" (1 João 1.7). Na mesma epístola é enfatizado que "Todo aquele que permanece Nele (em Jesus), não vive pecando" (1 João 3.6), significando que não vive na prática ostensiva do pecado.
Aqui, então, a confissão de pecados compreende deslizes, fraquezas diversas cometidas não porque se é escravo do pecado, mas por se estar em um mundo que conspira diariamente contra o cristão. Deve-se, no entanto, saber que o livramento total só virá na eternidade.
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa, Aprendiz de Teologia
A confissão de pecados segundo os padrões bíblicos deveria ser uma "rotina", quero dizer, uma disciplina. Todo o dia é momento de confissão de pecados. Confrontados ou não com nossas falhas, mazelas e pecados, o Espírito Santo almeja nos encorajar a esta salutar prática. Esclareça-se que tal postura não é um mantra, uma espécie de reza ou algo que o valha, pois redundará em legalismo.
A partir da sondagem feita por Deus e de um sincero pedido, o cristão pode falar como o salmista: "vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno" (Salmo 139.23,24). A falta de confissão acumula frieza espiritual, formalismo e insenssibilidade como ocorreu com o povo de Israel e sua liderança por diversas vezes. Deus em sua infinita e graciosa misericórdia provia meios para que através de grandes avivamentos retornassem aos padrões requeridos por Ele.
A confissão de pecados também serve de alarme. O pecado é hediondo. É traiçoeiro. É insistente. É incansável. O escritor na Carta aos Hebreus afirma: "...desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia.."(Hebreus 12.1). Reportando ao primeiro homicídio, as Sagradas Escrituras falam de uma espécie de aviso solene que o Senhor dera a Caim: "Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo" (Gênesis 4.7). Teria Caim conseguido livramento de tamanha queda caso tivesse confessado o pecado já instalado, mas não consumado? A resposta só pode ser positiva e aqui citamos as palavras de Tiago em sua carta: "Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá a luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte" (Tiago 1.15). A confissão é benfazeja, pois cada cristão sincero mesmo acobertado pelo precioso sangue de Jesus, não pode ser ingênuo em desconhecer que lidamos com um coração corrupto cujo mapa só Deus tem acesso e completo domínio. Com a confissão vem o discernimento que áreas obscuras de nosso ser devem ser vasculhadas pelo melhor dos psicanalistas, o Senhor, que conhece cada um de seus vasos como atesta o profeta Jeremias em sábias palavras: "Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações" (Jeremias 17.10).
O crente sincero e conhecedor de suas inúmeras necessidades espirituais não vai esperar grandes avivamentos ou mesmo situação de crises como as que ocorreram nos dias de Esdras e Neemias (Neemias 9.2) para fazer confissão de pecados, mas vai insistir diante do trono do Altíssimo por sua graça, misericórdia e vida de vitória.
Do pecado congênito, inato, herdado de Adão, foram todos os cristãos sinceros purificados pelo precioso sangue de Jesus: "Se, porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo o pecado" (1 João 1.7). Na mesma epístola é enfatizado que "Todo aquele que permanece Nele (em Jesus), não vive pecando" (1 João 3.6), significando que não vive na prática ostensiva do pecado.
Aqui, então, a confissão de pecados compreende deslizes, fraquezas diversas cometidas não porque se é escravo do pecado, mas por se estar em um mundo que conspira diariamente contra o cristão. Deve-se, no entanto, saber que o livramento total só virá na eternidade.
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa, Aprendiz de Teologia
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
O liberalismo teológico e suas contradições
Como já falei, prefiro transcrever alguns artigos. Um possível resumo poderia mutilar o texto ou tirar a clareza e peculiaridade que cada autor tem. Meu compromisso é citar a fonte e não poderia ser diferente. É possível que a referida leitura desperte interesse para que se obtenha mais informações sobre o assunto e correlatos.
O que se segue está no livro "A Bíblia através dos séculos": uma introdução / Antonio Gilberto da Silva. - Rio de Janeiro : Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1986. p. 54.
O que se segue está no livro "A Bíblia através dos séculos": uma introdução / Antonio Gilberto da Silva. - Rio de Janeiro : Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1986. p. 54.
"A chamada Alta Crítica tem feito uma devastação com seu modernismo e suas contradições no que concerne à formação, fontes e autencidade do cânon, especialmente o Antigo Testamento, mutilando quase todos os seus livros. Em resumo, a Alta Critica é a discussão das datas e da autoria dos livros. Ela estuda a Bíblia do lado de fora, externamente, baseada apenas em fontes do conhecimento humano. Por sua vez, a Crítica Textual, também conhecida por Baixa Crítica, estuda o texto bíblico, e este somente, e, ao lado da Arqueologia, vem alcançando um progresso valioso, posto à disposição do estudante das Escrituras. Por exemplo, a teoria de que a escrita era desconhecida nos dias de Moisés já foi destruída. E de ano para ano aumentam os achados nas terras bíblicas, evidenciando e comprovando as narrativas e fatos do Antigo Testamento. Mediante tais provas irrefutáveis, os homens estão tendo mais respeito pelo Livro Sagrado! Toda a Bíblia vem sendo confirmada pela pá do arqueólogo e pelos eruditos em antiguidades bíblicas. Coisas que pareciam as mais incríveis são hoje aceitas por todos, sem objeções. O estudante das Escrituras deve estar prevenido conta a Alta Crítica".
Concluindo:
O magistrado não ousa falar mal, criticar a Lei, instrumento principal de suas atividades. O médico, por sua vez não censura os principíos milenares da medicina, pelo contrário, as pesquisas científicas giram em torno da necessidade de melhoras e avanços para o bem da sociedade. A lista é longa incluindo cientistas das diversas áreas. Apenas um exemplo são os altíssimos investimentos da NASA em tecnologia específica, no entanto seus pesquisadores não atacam e nem demerecem esta idônea instituição. Mas lamentavelmente constatamos que a Teologia, e mais especificamente a Bíblia, a inspirada, inerrante e infalível Palavra de Deus sofre acirrado ataque por quem deveria ser seus guardiães, mesmo sabendo-se que o livro pode ser destruído, perseguido, mas sua eterna mensagem jamais o será. Na lista de ofensas e ataques aparece pastores, professores de diversas instituições de ensino religioso e alguns "meninos, crianças espirituais", no dizer do apóstolo Paulo. Não bastasse, o mercado está repleto de "obras" que desmerecem as Escrituras Sagradas. São comentários ácidos de escritores azedos, enfezados. São céticos, com ar de petulância. São rompantes. Dão aparência que têm a palavra final e que a Bíblia já estaria incinerada pela falácia de seus "argumentos". Infelizmente, conseguem seguidores cumprindo-se o vaticinado pelo apóstolo Pedro em sua segunda carta, capítulo 2, vv 1-3: "Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até o ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; Também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme".
O magistrado não ousa falar mal, criticar a Lei, instrumento principal de suas atividades. O médico, por sua vez não censura os principíos milenares da medicina, pelo contrário, as pesquisas científicas giram em torno da necessidade de melhoras e avanços para o bem da sociedade. A lista é longa incluindo cientistas das diversas áreas. Apenas um exemplo são os altíssimos investimentos da NASA em tecnologia específica, no entanto seus pesquisadores não atacam e nem demerecem esta idônea instituição. Mas lamentavelmente constatamos que a Teologia, e mais especificamente a Bíblia, a inspirada, inerrante e infalível Palavra de Deus sofre acirrado ataque por quem deveria ser seus guardiães, mesmo sabendo-se que o livro pode ser destruído, perseguido, mas sua eterna mensagem jamais o será. Na lista de ofensas e ataques aparece pastores, professores de diversas instituições de ensino religioso e alguns "meninos, crianças espirituais", no dizer do apóstolo Paulo. Não bastasse, o mercado está repleto de "obras" que desmerecem as Escrituras Sagradas. São comentários ácidos de escritores azedos, enfezados. São céticos, com ar de petulância. São rompantes. Dão aparência que têm a palavra final e que a Bíblia já estaria incinerada pela falácia de seus "argumentos". Infelizmente, conseguem seguidores cumprindo-se o vaticinado pelo apóstolo Pedro em sua segunda carta, capítulo 2, vv 1-3: "Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até o ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; Também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme".
Que Deus a todos esclareça por meio de seu prescrutador Espírito.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
O vinho nos tempos do Antigo Testamento
Aqui a continuação do assunto em epígrafe que teve sua primeira parte e agora segue a segunda.
"A posição do Antigo Testamento sobre o vinho fermentado.
Em vários lugares o AT condena o uso de yayin e shekar como bebidas fermentadas. (1) A Bíblia descreve os maus efeitos do vinho embriagante na história de Noé (Gênesis 9.20-27). Ele plantou uma vinha, fez a vindima, fez vinho embriagante de uva e bebeu. Isso o levou à embriaguez, à imodéstia, à indiscrição e à tragédia familiar em forma de uma maldição imposta sobre Canaã. Nos tempos de Abraão, o vinho embriagante contribuiu para o incesto que resultou em gravidez nas filhas de Ló (Gênesis 19.31-38). (2) Devido ao potencial das bebidas alcoólicas para corromper, Deus ordenou que todos os sacerdotes de Israel se abstivessem de vinho e doutras bebidas fermentadas, durante sua vida ministerial. Deus considerava a violação desse mandamento suficientemente grave para motivar a pena de morte para o sacerdote que a cometesse (Levítico 10.9-11). (3) Deus também revelou sua vontade a respeito do vinho e das bebidas fermentadas ao fazer da abstinência uma exigência para todos que fizessem voto de nazireado. (4) Salomão, na sabedoria que Deus lhe deu, escreveu: "O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; e todo aquele neles errar nunca será sábio" (Provérbios 20.1). As bebidas alcoólicas podem levar o usuário a zombar do padrão de justiça estabelecido por Deus e a perder o autocontrole no tocante ao pecado e à imoralidade. (5) Finalmente, a Bíblia declara de modo inequívoco que para evitar ais e pesares e, em lugar disso, fazer a vontade de Deus,os justos não devem admirar, nem desejar qualquer vinho fermentado que possa embriagar e viciar (Provérbios 23.29-35)".
(Transcrito da Bíblia de Estudo Pentecostal, p. 242. Publicada pela Casa Publicadora das Assembléias de Deus. 1995).
Que Deus em Cristo Jesus a todos abençoe agora e na eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa, Aprendiz de Teologia.
"A posição do Antigo Testamento sobre o vinho fermentado.
Em vários lugares o AT condena o uso de yayin e shekar como bebidas fermentadas. (1) A Bíblia descreve os maus efeitos do vinho embriagante na história de Noé (Gênesis 9.20-27). Ele plantou uma vinha, fez a vindima, fez vinho embriagante de uva e bebeu. Isso o levou à embriaguez, à imodéstia, à indiscrição e à tragédia familiar em forma de uma maldição imposta sobre Canaã. Nos tempos de Abraão, o vinho embriagante contribuiu para o incesto que resultou em gravidez nas filhas de Ló (Gênesis 19.31-38). (2) Devido ao potencial das bebidas alcoólicas para corromper, Deus ordenou que todos os sacerdotes de Israel se abstivessem de vinho e doutras bebidas fermentadas, durante sua vida ministerial. Deus considerava a violação desse mandamento suficientemente grave para motivar a pena de morte para o sacerdote que a cometesse (Levítico 10.9-11). (3) Deus também revelou sua vontade a respeito do vinho e das bebidas fermentadas ao fazer da abstinência uma exigência para todos que fizessem voto de nazireado. (4) Salomão, na sabedoria que Deus lhe deu, escreveu: "O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; e todo aquele neles errar nunca será sábio" (Provérbios 20.1). As bebidas alcoólicas podem levar o usuário a zombar do padrão de justiça estabelecido por Deus e a perder o autocontrole no tocante ao pecado e à imoralidade. (5) Finalmente, a Bíblia declara de modo inequívoco que para evitar ais e pesares e, em lugar disso, fazer a vontade de Deus,os justos não devem admirar, nem desejar qualquer vinho fermentado que possa embriagar e viciar (Provérbios 23.29-35)".
(Transcrito da Bíblia de Estudo Pentecostal, p. 242. Publicada pela Casa Publicadora das Assembléias de Deus. 1995).
Que Deus em Cristo Jesus a todos abençoe agora e na eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa, Aprendiz de Teologia.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
O valor da doutrina bíblica
O subtítulo que se segue é componente do assunto em epígrafe abordado no livro ("Conhecendo as doutrinas da Bíblia". Myer Pearlman. Editora Vida. p 14), que dispensa resumo ou condensação pela lucidez que vem explanado, daí sua transcrição na íntegra.
O conhecimento dourinário é um baluarte contra o erro.
Mateus 22.29; Gálatas 1.6-9; 2Tm 4.2-4.
"Diz-se com razão, que as estrelas surgiram antes da astronomia, e que as flores existiram antes da botânica, e que a vida existia antes da biologia, e que Deus existia antes da teologia.
Isto é verdade. Mas os homens em sua ignorância conceberam idéias supersticiosas acerca das estrelas, e o resultado foi a pseudociência da astrologia. Os homens conceberam falsas idéias acerca das plantas, atribuindo-lhes virtudes que não possuiam, e o resultado foi a feitiçaria. O homem na sua cegueira formou conceitos errôneos acerca de Deus e o resultado foi o paganismo com suas superstições e corrupção.
Porém surgiu a astronomia com seus princípios verdadeiros acerca dos corpos celestes e dessa maneira expôs os erros da astrologia. Surgiu a botânica com a verdade sobre a vida vegetal e dessa maneira foram banidos os erros da feitiçaria. Da mesma maneira, as doutrinas bíblicas expurgam as falsas idéias acerca de Deus e de seus caminhos".
"Que ninguém creia que erro doutinário seja um mal de pouca importância", declarou D.C.Hodge, teólogo de renome. "Nenhum caminho para a perdição jamais se encheu de tanta gente como o da falsa doutrina. O erro é uma capa da consciência, e uma venda para os olhos".
Que Deus em Cristo Jesus a todos abençoe agora e na eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de teologia
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Só a Bíblia tem autoridade para denunciar os ímpios
A autoridade da Palavra de Deus não é só por ela mostrar os pensamentos e atitudes mais escusas dos homens, mas também por mostrar aquele que pode salvar o mais vil dos pecadores, transformando-0 em uma nova criação ou criatura. O evangelista Lucas declara no livro que toma seu nome capítulo, 19.10: "Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido".
A expressão "Filho do Homem" é uma alusão a Jesus Cristo.
A palavra "Perdido", tem aqui o sentido de extraviado, desenganado, arruinado, sem solução.
Que fale mais uma vez a Bíblia sobre a sagacidade dos que vivem sem compromisso com Deus e sua Palavra que é eterna, santa, inspirada pelo Espírito Santo, inerrante, infalível e atualíssima.
"Há no coração do ímpio a voz da transgressão; não há temor de Deus diante de seus olhos.
A expressão "Filho do Homem" é uma alusão a Jesus Cristo.
A palavra "Perdido", tem aqui o sentido de extraviado, desenganado, arruinado, sem solução.
Que fale mais uma vez a Bíblia sobre a sagacidade dos que vivem sem compromisso com Deus e sua Palavra que é eterna, santa, inspirada pelo Espírito Santo, inerrante, infalível e atualíssima.
"Há no coração do ímpio a voz da transgressão; não há temor de Deus diante de seus olhos.
Porque a transgressão o lisongeia a seus olhos e lhe diz que a sua iniqüidade não há de ser descoberta, nem detestada.
As palavras de sua boca são malícia e dolo; abjurou o discernimento e a prática do bem.
No seu leito, maquina a perversidade, detém-se em caminho que não é bom, não se despega do mal" (Salmos 36. 1-4).
As palavras de sua boca são malícia e dolo; abjurou o discernimento e a prática do bem.
No seu leito, maquina a perversidade, detém-se em caminho que não é bom, não se despega do mal" (Salmos 36. 1-4).
Para o rio de calamidades acima descritas de forma clara pelo salmista só a salvação em Cristo Jesus. Sobre a necessidade da salvação o próprio Jesus se manifestou: "Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado" (Evangelho de Marcos 16.16).
Que Deus, em Cristo a todos abençoe agora e na eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
Que Deus, em Cristo a todos abençoe agora e na eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
A benção da Bíblia quando lida, ouvida e obedecida
"Vocês empregados, sejam obedientes aos seus patrões e os respeitem, não somente os que são bons e compreensivos, mas também aqueles que os tratam mal.
Se vocês suportarem sofrimentos injustos, sabendo que essa é a vontade de Deus, ele abençoará vocês por causa disso.
Pois, se vocês fazem o mal e são castigados, qual é o merecimento de suportarem com paciência o castigo? Mas, se vocês sofrem por terem feito o bem e suportam esse sofrimento com paciência, Deus os abençoará por causa disso,
pois para isso que ele os chamou.
O próprio Cristo sofreu por vocês e deixou o exemplo, para que sigamos seus passos,
Ele não cometeu nenhum pecado e nunca disse uma só mentira.
Quando foi insultado, não respondeu com insultos. Quando sofreu não ameaçou, mas pôs sua esperança em Deus, o justo juiz.
O próprio Cristo levou os nossos pecados no seu corpo sobre a cruz a fim de que morrêssemos para o pecado e vivêssemos uma vida correta. Por meio dos ferimentos dele vocês foram curados.
Se vocês suportarem sofrimentos injustos, sabendo que essa é a vontade de Deus, ele abençoará vocês por causa disso.
Pois, se vocês fazem o mal e são castigados, qual é o merecimento de suportarem com paciência o castigo? Mas, se vocês sofrem por terem feito o bem e suportam esse sofrimento com paciência, Deus os abençoará por causa disso,
pois para isso que ele os chamou.
O próprio Cristo sofreu por vocês e deixou o exemplo, para que sigamos seus passos,
Ele não cometeu nenhum pecado e nunca disse uma só mentira.
Quando foi insultado, não respondeu com insultos. Quando sofreu não ameaçou, mas pôs sua esperança em Deus, o justo juiz.
O próprio Cristo levou os nossos pecados no seu corpo sobre a cruz a fim de que morrêssemos para o pecado e vivêssemos uma vida correta. Por meio dos ferimentos dele vocês foram curados.
Vocês eram como ovelhas que haviam perdido o caminho, mas agora foram trazidos de volta para seguir o Pastor, que cuida da vida espiritual de vocês" (Primeira carta de Pedro 1.18-25. Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Barueri, SP : Sociedade Bíblica do Brasil, 2005. 1504 p.)
Que Deus em Cristo a todos abençoe agora e na eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
Que Deus em Cristo a todos abençoe agora e na eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Cristocentrismo
"Então Filipe, começando com aquela passagem da Escritura, anunciou-lhe as boas novas de Jesus" (Atos 8.35).
Dois parâmetros devem orientar aos que ministram a Palavra de Deus: Ter Jesus como o assunto central e a Bíblia como a infalível, inerrante e inspirada Palavra de Deus. Quando ocorre muito blá, blá, blá em alguns lugares já se reconhece sem muito esforço que Cristo não está inserido na mensagem. Outras vezes até se lê um texto da Bíblia, que na verdade é apenas um pretexto, pois feita a leitura aquele a quem caridosamente se chama de pregador fala de tudo menos do texto lido.
Filipe nesta aula de evangelismo pessoal do oitavo capítulo de Atos dos apóstolos ensina que a abordagem deve ser o mais simples. O eunuco lia um texto do Antigo Testamento, lógico que obscuro para ele, no entanto, o versículo 29, diz que o Espírito estava orientando o evangelista a que se aproxime da carruagem. Feito o contato ,Filipe descobre que aquele ministro da economia de Candace, rainha dos etíopes, lia um texto do profeta Isaías. Sem delongas, sem muita retórica e digressões a Palavra de Deus é anunciada tendo como fio mestre e condutor a pessoa de Jesus.
Que aprendamos com Filipe.
Que Deus, em Cristo a todos abençoe agora e na eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
Filipe nesta aula de evangelismo pessoal do oitavo capítulo de Atos dos apóstolos ensina que a abordagem deve ser o mais simples. O eunuco lia um texto do Antigo Testamento, lógico que obscuro para ele, no entanto, o versículo 29, diz que o Espírito estava orientando o evangelista a que se aproxime da carruagem. Feito o contato ,Filipe descobre que aquele ministro da economia de Candace, rainha dos etíopes, lia um texto do profeta Isaías. Sem delongas, sem muita retórica e digressões a Palavra de Deus é anunciada tendo como fio mestre e condutor a pessoa de Jesus.
Que aprendamos com Filipe.
Que Deus, em Cristo a todos abençoe agora e na eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
domingo, 24 de julho de 2011
Livro do Profeta Isaías 9.6,7
"Porque a nós nos é nascido um menino, e a nós nos é dado um filho; o governo está sobre os seus ombros, e ele tem por nome Maravilhoso, Conselheiro, Poderoso Deus, Eterno Pai, Príncipe da Paz.
Do aumento do seu governo e da paz, não haverá fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para restabelecer e para o firmar com juízo e com justiça, desde agora e para sempre. O zelo de Jeová dos Exércitos cumprirá isso"(Bíblia Sagrada: tradução brasileira. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2010. 1216 p. ; 13,5 x 21 cm).
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa, Aprendiz de Teologia.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Minha ingênua observação
O técnico de futebol tem em geral uma reclamação muito comum: "Preciso de reforços para esta ou para aquela posição". E o atual técnico da seleção brasileira de futebol, estaria precisando de reforços para o seu esquema tático? Onde conseguir? Como resolver o problema? Já que no caso específico da seleção não há a burocracia das contratações, qual caminho tomar?
Que alguém com um pouco de lucidez tente desvendar os labirintos das complicadas entrevistas do atual técnico da seleção brasileira de futebol, devidamente protegido por todo seu "staff".
Que minha ingênua observação pudesse ser respondida!
Que Deus em Cristo abençoe a todos, agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa, Aprendiz de Teologia.
Que alguém com um pouco de lucidez tente desvendar os labirintos das complicadas entrevistas do atual técnico da seleção brasileira de futebol, devidamente protegido por todo seu "staff".
Que minha ingênua observação pudesse ser respondida!
Que Deus em Cristo abençoe a todos, agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa, Aprendiz de Teologia.
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