"Respondeu-lhes: Tomai-me e lançai-me ao mar, e o mar se aquietará, porque eu sei que, por minha causa, vos sobreveio esta grande tempestade" (Jonas 1.12. ARA).
"Joguem-me ao mar", disse Jonas, "e ele ficará calmo de novo. Eu sei que sou o culpado dessa horrível tempestade" (Nova Bíblia Viva).
De maneira simples consideremos alguns aspectos nas palavras do profeta Jonas.
(1) A ênfase maior no ministério do profeta Jonas é quase sempre voltada para sua insólita e voluntária desobediência à clara ordem dada por Deus;
(2) Ele posteriormente entendeu que era o único culpado pela situação trágica que de repente viu-se envolvida toda a tripulação do navio que escolhera para fugir do Senhor e sua determinação;
(3) No entanto, um pouco antes a tripulação mesmo pagã teve o discernimento de que Jonas era o motivo de todo aquele reboliço (v.10);
(4) Pelo seu ato de desobediência não imaginou Jonas o quê poderia acontecer vindo da parte de Deus. Chama a atenção o profundo sono do profeta. Um tipo de sono que nem a grande possibilidade de naufrágio da embarcação e a agitação de toda a tripulação foram capazes de acordar o profeta;
(5) Por que lamentavelmente traços nítidos desta história se repetem em diversas esferas? Por que ante "o bravio mar" de circunstâncias que mostram o caos e a proximidade de uma tragédia o culpado ou culpados não se manifestam como fez o profeta Jonas? Por que?
(6) Mesmo sendo acossado pela tripulação Jonas nos presenteia com este excelente lampejo de caráter e assume a total culpa pela tempestade que está a ponto de despedaçar o navio;
(7) Onde estão os culpados que assumem suas mazelas, seus erros sem desculpas e não procuram alibis?
No livro histórico de Josué, sétimo capítulo, um cidadão de nome Acã, responsável pela derrota dos israelitas em Ai ficou calado até o último instante e se não fosse a averiguação do tipo "pente fino" determinada por Deus, Acã não teria se manifestado;
(8) "Tomai-me e lançai-me ao mar e o mar se aquietará, porque eu sei que, por minha causa, vos sobreveio esta grande tempestade".
(9) Jonas, o profeta corajoso, não deve ter aventado a possibilidade de um milagre diante da situação tão embaraçosa que ele mesmo criou;
(10) Até a tripulação sentiu-se incomodada em aceitar e cumprir a corajosa solução proposta pelo profeta (v.14);
(11) Conta-se a história de "Diógenes, o Cínico (com C mesmo) filósofo grego que viveu no ano de 323 a.C que perambulava pelas ruas carregando uma lanterna, durante o dia, alegando estar procurando um homem honesto. Ele acreditava que a virtude era melhor revelada na ação e não na teoria" (Blog do Carlos Brito. "A lanterna de Diógenes).
(12) Hoje, graças a Deus, a crise não está instalada de forma genérica porque muitos segmentos da sociedade primam pelos quesitos da imparcialidade, integridade, transparência em seus negócios. No lado evangélico há igrejas cristocêntricas e bibliocêntricas mesmo com a enorme pressão resistem incansavelmente aos ataques que confrontam caráter, temor e tremor a Deus, amor sincero e irrestrito ao reino de Deus,assim como postura e testemunho cristãos;
(13) Ressalte-se que Jonas poderia ficar calado ou mesmo desconversar e deixar que o mar bravio sucumbisse com a embarcação e respectiva tripulação e parece que isso ocorreria caso não tivesse sido acordado do seu profundo sono.
(14) O profeta Jonas tem através do relato do livro que toma o seu nome o peso da consequência de ter sido desobediente o que nos serve de solene aviso. No entanto, a sua disposição e coragem em assumir que era o culpado e pedindo que fosse jogado no mar revolto deve ser posto em evidência;
(15) Reiterado deve ser que o triste exemplo do profeta Jonas em desobedecer à primeira ordem do Senhor para ser o arauto do castigo sobre Nínive não deve ser copiado e que ninguém pense que sempre haverá um grande peixe à disposição dos desobedientes.
Que Deus a todos abençoe em Cristo Jesus agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Redescobrindo Pérolas
O tempo implacável e resoluto como é não consegue tirar o inconfundível brilho de uma pérola, e aqui falo de um encarte "Vidamix-Suplemento. Pastores&Líderes" do longínquo ano 2000, que fez a seguinte enquete: "Cite uma qualidade que você considera essencial para a igreja brasileira apresentar no ano 2000".
Lá os itens mais citados foram santidade, amor, unidade e vida na Palavra. Aqui compartilho a sugestiva e atualíssima contribuição de um irmão que identificou-se na referida pesquisa como Edmilson Marques Dias, Guarulhos, SP.
Vida na Palavra
"Creio que a coerência de vida, entre o que pregamos e o modo como vivemos, é o que dará autenticidade à igreja brasileira. Uma coisa é ser usado por Deus; outra coisa é ser aprovado por Ele. Não é pelo fato de as coisas estarem acontecendo de uma forma "abençoada" que necessariamente, Deus está nos aprovando. Em Mateus 7 isto fica claro. A única maneira de sermos aprovados por Deus é quando nossa vida é coerente com sua Palavra, p.7".
Nosso sincero desejo: Quem lê entenda e atenda.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
Onde está a causa?
Eliseu torna saudáveis as águas de Jericó (2 Reis 2.19-22)
Chama a atenção a articulação de projetos descabidos, malévolos e insanos que surgem no cenário brasileiro e em outras partes do mundo. Em sua maioria vilipendiando frontalmente a família, os valores morais,onde sugerem meios para silenciar o evangelho de Jesus ou para dificultar o avanço da igreja e seus muitos projetos.
Considere-se:
(1) O que aparece registrado em documentos, foi antes devidamente pensado;
(4) A maioria desses articuladores preferem o anonimato e na verdade são muito mais nocivos, do que seus fantoches;
(5) A história da Igreja primitiva alude ao fato de um inflamado Saulo, decidido a exterminar os cristãos. Ele toma todas as responsabilidades, é bem verdade, no entanto, à sua retaguarda também havia o poder religioso representado pelo Sinédrio, fato que Paulo em seu testemunho de conversão não esconde. Saulo era o animal indomável que aparecia, mas à sua retaguarda o poder religioso produzia o material suficiente de combustão;
(6) Ora, os homens de Jericó perceberam que as águas eram más e a terra estéril, e levam o fato ao conhecimento do profeta Eliseu. O profeta pede um prato novo e que nele haja sal. Vai ao manancial das águas e usa a expressão característica da autenticação divina: "Assim diz o Senhor: Tornei saudáveis estás águas; já não procederá daí morte nem esterilidade".
(7) Já foi constatado que "a cidade é bem situada" que o país, no caso o Brasil, é muito rico em recursos naturais, que o povo é ordeiro e quer tão somente o que lhe é devido, mas... que as águas que chegam são más. Não há tempo a perder.
(7) Que haja líderes, cristãos sinceros e pessoas de bem que tenham o devido discernimento para irem até os mananciais das águas más onde são produzidos farto material inflamado por mentes a serviço do reino das trevas e lá joguem sal, ou ficaremos contemplando apenas as consequências sem identificar as causas.
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
Chama a atenção a articulação de projetos descabidos, malévolos e insanos que surgem no cenário brasileiro e em outras partes do mundo. Em sua maioria vilipendiando frontalmente a família, os valores morais,onde sugerem meios para silenciar o evangelho de Jesus ou para dificultar o avanço da igreja e seus muitos projetos.
Considere-se:
(1) O que aparece registrado em documentos, foi antes devidamente pensado;
(2) Os pensadores tiveram antes sugestões para o desfecho do documento;
(3) Seja na esfera federal, estadual e municipal o porta-voz que aparece é tão somente o fantoche dos articuladores que sub-repticiamente agem;(4) A maioria desses articuladores preferem o anonimato e na verdade são muito mais nocivos, do que seus fantoches;
(5) A história da Igreja primitiva alude ao fato de um inflamado Saulo, decidido a exterminar os cristãos. Ele toma todas as responsabilidades, é bem verdade, no entanto, à sua retaguarda também havia o poder religioso representado pelo Sinédrio, fato que Paulo em seu testemunho de conversão não esconde. Saulo era o animal indomável que aparecia, mas à sua retaguarda o poder religioso produzia o material suficiente de combustão;
(6) Ora, os homens de Jericó perceberam que as águas eram más e a terra estéril, e levam o fato ao conhecimento do profeta Eliseu. O profeta pede um prato novo e que nele haja sal. Vai ao manancial das águas e usa a expressão característica da autenticação divina: "Assim diz o Senhor: Tornei saudáveis estás águas; já não procederá daí morte nem esterilidade".
(7) Já foi constatado que "a cidade é bem situada" que o país, no caso o Brasil, é muito rico em recursos naturais, que o povo é ordeiro e quer tão somente o que lhe é devido, mas... que as águas que chegam são más. Não há tempo a perder.
(7) Que haja líderes, cristãos sinceros e pessoas de bem que tenham o devido discernimento para irem até os mananciais das águas más onde são produzidos farto material inflamado por mentes a serviço do reino das trevas e lá joguem sal, ou ficaremos contemplando apenas as consequências sem identificar as causas.
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
terça-feira, 27 de maio de 2014
Chavões e meninices
Cada época tem seus modismos e um dos que mais dão realce são os chavões. No entanto, os chavões ficam cansativos e extenuantes quando são ouvidos quase que ininterruptamente.
Infelizmente, alguns arraiais cristãos têm sido invadidos por cansativos, insistentes e abusivos: "diga para o seu irmão"; "cutuca o teu irmão"; "levante a mão direita"; "repita comigo"; "ponha a mão no ombro do teu irmão"; "segura na mão da pessoa que está do seu lado"; "dê glória a Deus aaa ggg ooo rrr aaa", e não podia faltar o "profetiza para o teu irmão"; "estou sentindo Deus neste lugar", e isto muitas vezes em tom ameaçador e até expondo as pessoas que não querem participar desses inconvenientes que chamam de dinâmica ou de "quebra gelo".
Pois bem, não bastasse, acrescentaram um ousado chavão que é bem pessoal: "eu sou profeta". Aqui a questão é dizer a primeira vez a referida frase, pois daí para a frente aqueles a quem chamam bondosamente de "pregadores" vão abusar e muito do "eu sou profeta". Aliás, é pregador ou profeta que faz uso da palavra naquele momento? Muitas e muitas vezes o chavão "eu sou profeta" é dito também em tom ameaçador, dedo em riste encarando o auditório com jeito irônico e pedante que parece dizer: "Alguém tem dúvida do que estou dizendo?", ou "alguém se atreveria discordar do eu sou profeta?"
Ora, uma leitura simples do texto bíblico que alude especificamente aos profetas do Senhor no Antigo e Novo Testamentos deixa claro que ninguém se ufanava em dizer "EU SOU PROFETA", pelo contrário, a partir do momento em que seus ministérios tornavam-se autenticados por Deus e conhecidos do povo, das autoridades eclesiásticas e civis, o preço da cobrança, da integridade, do compromisso com a verdade do Senhor e com o Senhor da verdade seriam inegociáveis em toda a esfera de atuação do homem e mulher de Deus chamados a serem profetas. Os verdadeiros profetas do Senhor, não se autointitulavam e nem se autointitulam como muitos tragicamente têm feito e de maneira descabida.
O assunto é muito sério, e acrescente-se os chavões ditos em cansativas dosagens do "eu sou profeta". Aqui fica claro que Deus tem seus profetas e não cessaram os dons espirituais (Atos 2.39; 1 Co 12. 1-31; 1 Co 14; Rm 12. 6-8; Ef 4. 11,12).
A questão aludida de chavões e meninices na liturgia é porque caracteriza desordem, abusos e exageros como ocorria na igreja de Coríntio e não de se proibir a manifestação do Espírito Santo de Deus assunto enfatizado pelo apóstolo Paulo: "Não apagueis o Espírito" e "Não desprezeis as profecias" (1Ts 5.19,20).
A alusão da Bíblia aos profetas do Senhor mostra que no uso da mensagem que recebiam pelo Espírito de Deus era comum a expressão: "Assim diz o Senhor", mas podia ser que um falso profeta também usasse a mesma expressão o que sem dúvida traria confusão, então uma das provas mais contundentes é fornecida pela Bíblia em Jeremias 28. 9: "O profeta que profetizar paz, só ao cumprir-se a sua palavra, será reconhecido como profeta, de fato, enviado do Senhor".
Outro exemplo do papel nefasto de falsos profetas é o tipo de armação maligna que fizeram contra Neemias, quando resistiu à chamada de uma reunião cuja tarefa era atrasar e dificultar a construção dos muros de Jerusalém (Ne 6.10-14).
Reiterado fica que não havendo profecia o povo se corrompe, mas é preciso discernimento de Deus para se saber o que é a verdadeira e inconfundível profecia e o que é chantagem emocional.
O Diabo em seu incansável serviço não poupará esforços para confundir e semear o joio no meio do trigo não só com falsas profecias mas com falsas pregações que terão aparência de eloqüência, mas que será menos que palha (Mt 13.25,39).
É bem notório que coisas falsas não são apenas as que envolvem profecias e profetas, mas falsos pastores, falsos obreiros, falsos cantores, falsos sermões, falsos cultos, falsos crentes, falsas músicas que não têm teologia e inspiração, e como há pirataria na praça.
A madeira pura é muito cara e está muito escassa, mas o MDF é mais acessível e quando bem trabalhado nem se percebe que é apenas pó do pó do que um dia foi madeira, e nem por isso o preço é menor.
Os chavões em si, não caracterizam falso ensino, mas meninices, imaturidade cristã, abuso e falta de preparo.
O Pr. Antonio Gilberto, consultor doutrinário da Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD), com o discernimento que lhe é peculiar chama tais práticas de "excentrismo, que é injetar nossos hábitos nos cânticos e pregações".
Se há falta do dom de discernir espíritos, que se ponha em prática o bom senso, a ordem, a disciplina e muitos desmandos e contrassenso serão evitados.
Que Deus em Cristo Jesus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
Infelizmente, alguns arraiais cristãos têm sido invadidos por cansativos, insistentes e abusivos: "diga para o seu irmão"; "cutuca o teu irmão"; "levante a mão direita"; "repita comigo"; "ponha a mão no ombro do teu irmão"; "segura na mão da pessoa que está do seu lado"; "dê glória a Deus aaa ggg ooo rrr aaa", e não podia faltar o "profetiza para o teu irmão"; "estou sentindo Deus neste lugar", e isto muitas vezes em tom ameaçador e até expondo as pessoas que não querem participar desses inconvenientes que chamam de dinâmica ou de "quebra gelo".
Pois bem, não bastasse, acrescentaram um ousado chavão que é bem pessoal: "eu sou profeta". Aqui a questão é dizer a primeira vez a referida frase, pois daí para a frente aqueles a quem chamam bondosamente de "pregadores" vão abusar e muito do "eu sou profeta". Aliás, é pregador ou profeta que faz uso da palavra naquele momento? Muitas e muitas vezes o chavão "eu sou profeta" é dito também em tom ameaçador, dedo em riste encarando o auditório com jeito irônico e pedante que parece dizer: "Alguém tem dúvida do que estou dizendo?", ou "alguém se atreveria discordar do eu sou profeta?"
Ora, uma leitura simples do texto bíblico que alude especificamente aos profetas do Senhor no Antigo e Novo Testamentos deixa claro que ninguém se ufanava em dizer "EU SOU PROFETA", pelo contrário, a partir do momento em que seus ministérios tornavam-se autenticados por Deus e conhecidos do povo, das autoridades eclesiásticas e civis, o preço da cobrança, da integridade, do compromisso com a verdade do Senhor e com o Senhor da verdade seriam inegociáveis em toda a esfera de atuação do homem e mulher de Deus chamados a serem profetas. Os verdadeiros profetas do Senhor, não se autointitulavam e nem se autointitulam como muitos tragicamente têm feito e de maneira descabida.
O assunto é muito sério, e acrescente-se os chavões ditos em cansativas dosagens do "eu sou profeta". Aqui fica claro que Deus tem seus profetas e não cessaram os dons espirituais (Atos 2.39; 1 Co 12. 1-31; 1 Co 14; Rm 12. 6-8; Ef 4. 11,12).
A questão aludida de chavões e meninices na liturgia é porque caracteriza desordem, abusos e exageros como ocorria na igreja de Coríntio e não de se proibir a manifestação do Espírito Santo de Deus assunto enfatizado pelo apóstolo Paulo: "Não apagueis o Espírito" e "Não desprezeis as profecias" (1Ts 5.19,20).
A alusão da Bíblia aos profetas do Senhor mostra que no uso da mensagem que recebiam pelo Espírito de Deus era comum a expressão: "Assim diz o Senhor", mas podia ser que um falso profeta também usasse a mesma expressão o que sem dúvida traria confusão, então uma das provas mais contundentes é fornecida pela Bíblia em Jeremias 28. 9: "O profeta que profetizar paz, só ao cumprir-se a sua palavra, será reconhecido como profeta, de fato, enviado do Senhor".
Outro exemplo do papel nefasto de falsos profetas é o tipo de armação maligna que fizeram contra Neemias, quando resistiu à chamada de uma reunião cuja tarefa era atrasar e dificultar a construção dos muros de Jerusalém (Ne 6.10-14).
Reiterado fica que não havendo profecia o povo se corrompe, mas é preciso discernimento de Deus para se saber o que é a verdadeira e inconfundível profecia e o que é chantagem emocional.
O Diabo em seu incansável serviço não poupará esforços para confundir e semear o joio no meio do trigo não só com falsas profecias mas com falsas pregações que terão aparência de eloqüência, mas que será menos que palha (Mt 13.25,39).
É bem notório que coisas falsas não são apenas as que envolvem profecias e profetas, mas falsos pastores, falsos obreiros, falsos cantores, falsos sermões, falsos cultos, falsos crentes, falsas músicas que não têm teologia e inspiração, e como há pirataria na praça.
A madeira pura é muito cara e está muito escassa, mas o MDF é mais acessível e quando bem trabalhado nem se percebe que é apenas pó do pó do que um dia foi madeira, e nem por isso o preço é menor.
Os chavões em si, não caracterizam falso ensino, mas meninices, imaturidade cristã, abuso e falta de preparo.
O Pr. Antonio Gilberto, consultor doutrinário da Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD), com o discernimento que lhe é peculiar chama tais práticas de "excentrismo, que é injetar nossos hábitos nos cânticos e pregações".
Se há falta do dom de discernir espíritos, que se ponha em prática o bom senso, a ordem, a disciplina e muitos desmandos e contrassenso serão evitados.
Que Deus em Cristo Jesus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Por cultos mais solenes
Há no íntimo de muitos cristãos o anseio sincero de que a liturgia das igrejas onde congregam seja revestida do espiritual, do racional e do emocional. Mas para que exista o devido equilíbrio sem descambar para extremismos, o Espírito Santo precisa ser o inspirador dessas reuniões. Por isso o desejo puro para que os cultos não sejam de maneira disfarçada apenas um entretenimento, entremeado com mensagens que parecem ser motivacionais.
Como seria confortante perceber que dirigentes, departamentos e pessoas envolvidas mais diretamente no culto exalam o inconfundível perfume de quem esteve no secreto conselho do Senhor, antes de virem a público.
O sagrado texto registra uma dessas pérolas da Palavra de Deus onde dois servos do Senhor da igreja primitiva foram observados "pelas autoridades, os anciãos e os escribas". "Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus" (Atos dos Apóstolos 4.13).
A nota de realce é que não só os iletrados e incultos devem perscrutar os mistérios do céu, mas também os de formação acadêmica tanto na esfera secular quanto teológica.
Então, sem nenhum favor, sem exigências absurdas e em ambiente propício desejamos por cultos mais solenes.
Enfim, há cultos que nunca deveriam ter começado, mas há cultos que nunca deveriam terminar.
Que Deus a todos abençoe em Cristo Jesus, agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
Como seria confortante perceber que dirigentes, departamentos e pessoas envolvidas mais diretamente no culto exalam o inconfundível perfume de quem esteve no secreto conselho do Senhor, antes de virem a público.
O sagrado texto registra uma dessas pérolas da Palavra de Deus onde dois servos do Senhor da igreja primitiva foram observados "pelas autoridades, os anciãos e os escribas". "Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus" (Atos dos Apóstolos 4.13).
A nota de realce é que não só os iletrados e incultos devem perscrutar os mistérios do céu, mas também os de formação acadêmica tanto na esfera secular quanto teológica.
Então, sem nenhum favor, sem exigências absurdas e em ambiente propício desejamos por cultos mais solenes.
Enfim, há cultos que nunca deveriam ter começado, mas há cultos que nunca deveriam terminar.
Que Deus a todos abençoe em Cristo Jesus, agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
domingo, 6 de outubro de 2013
O apóstolo Paulo e suas experiências
"Para impedir que eu me exaltasse por causa da grandeza dessas revelações, foi-me dado um espinho na carne, um mensageiro de Satanás, para me atormentar. Três vezes roguei ao Senhor que o tirasse de mim. Mas ele me disse: "Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza". Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. Por isso, por amor de Cristo regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco é que sou forte" (2 Coríntios 12.7-10. NVI).
É bom que seja lido os seis versículos iniciais do mesmo capítulo para o quadro de informações ficar mais claro.
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia
É bom que seja lido os seis versículos iniciais do mesmo capítulo para o quadro de informações ficar mais claro.
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Passos para um real aproveitamento do estudo da Bíblia
Alguns fatos devem ser observados no estudo da Palavra de Deus, sabendo-se que tal procedimento quando levado a sério só traz benefícios enriquecedores. Os líderes e cristãos mais experientes devem orientar os novos convertidos ao evangelho de nosso Senhor Jesus a não abrirem mão dos passos que se seguem, mesmo que bem simples.
(1) Qual o grau de maturidade cristã de quem vai estudar a Palavra de Deus?Em Hebreus 5.11-14, o escritor reclama de crentes que ainda continuavam nos princípios elementares. Não tinham chegado ao avanço de se alimentarem do alimento sólido. "Ora, todo que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança" (v.13).
"Mas o alimento sólido é para os adultos" (v.14). No sentido espiritual um novo convertido à fé cristã não pode atropelar as etapas de seu crescimento espiritual. Se é contraproducente ficar apenas no leite dos primeiros passos da vida cristã, pior é começar alimentar-se do alimento sólido não tendo o organismo espiritual devidamente preparado.
(2) Como vai ler ou está lendo o texto sagrado?
Uma boa leitura facilita e é a principal das chaves para o entendimento da Palavra de Deus. Quanta leitura mal feita, atropelada, sem respeito às devidas pontuações. Se a leitura da Bíblia é mal feita em público, com certeza não é muito melhor em particular. Na bela história sobre a conversão do "eunuco, alto oficial de Candace, rainha dos etíopes" é dito que ele vinha lendo em seu carro o profeta Isaías. Foi a partir desta leitura que alguns consideram que estivesse sendo feita em voz alta, que Filipe fez o primeiro contato com aquela autoridade que vinha da adoração em Jerusalém evangelizando-a e levando-a a salvação em Cristo Jesus (Atos 8.26-40).
(3) Como está a meditação nas Sagradas Escrituras?
Se uma boa leitura esclarece, a meditação diuturna é exigência da própria Palavra de Deus. A meditação é como bússola, é como farol, como norte fanal. A meditação não pode ser fortuita ou por acaso (Josué 1.8).
O Salmo 1.2 enfatiza: "Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite". É um prazer caracterizado por "vontade, anelo, adesão alegre e obediência motivada pelo amor".
(4) Como está o exame das Escrituras?
Os irmãos de Beréia receberam a ilustre visita do apóstolo Paulo e seu companheiro de labor, Silas. O texto sagrado chama os referidos irmãos "de mais nobres que os de Tessalônica". Ora, "pois receberam a Palavra com toda avidez, e examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim" (Atos 17.11). Os crentes de Beréia não tiveram nenhum constrangimento ao fazerem um cuidadoso exame do ensino de Paulo. Até indagamos se não ocorreu um certo exagero? A lição ficou, mas não tem sido assimilada, pois hoje tem muita coisa sendo dita que se examinada não passará de palha, e de um cansativo blá, blá, blá. Louvamos a Deus que nada que tenha sido dito ou escrito pelo amado apóstolo Paulo foi até hoje taxado de heresia mesmo que pessoas mal intencionadas ataquem o discípulo convertido na estrada de Damasco e mais à frente cognominado apóstolo aos gentios.
(5) Como está a prática do bom senso?
Agora como espécie de moldura, o quinto ingrediente, o bom senso. Algumas palavras que caracterizam o bom senso: Razoabilidade, sensatez, "intuição de distinguir a melhor conduta em situações específicas". E nos vem à lembrança as quatro consagradas perguntas muita usadas em Hermenêutica Bíblica. (1ª) Quem está falando? (2ª) Para quem está falando? (3ª) Para que tempo está falando? (4ª) Em que sentido está falando?
(6) A completa dependência do Espírito Santo.
Parece que os pontos acima apenas são aspectos intelectuais, no entanto, para cada passo no estudo da Bíblia é necessário depender do Espírito Santo de Deus, pois Ele conhece as entranhas de Deus. Ele tem acesso aos mistérios do Senhor ( 1 Coríntios 2.9-11). É possível cumprir os cinco primeiros passos acima elencados, mas apenas de maneira intelectual e acadêmica analisando os Oráculos divinos apenas à luz da razão. Quem depende do Espírito Santo no estudo das Escrituras, sem dúvida terá outra postura e não terá dificuldade em dizer: "Fala, porque o teu servo ouve" (1 Samuel 3.10).
O que acima foi abordado não tem a pretensão de postulado, mas se possível despertar o interesse, apreço e amor pela Bíblia Sagrada.
Aos que desejam, no entanto, um estudo mais aprimorado, de maneira metódica e benfazejo das Sagradas Escrituras que matriculem-se em instituições de renomada idoneidade ou procurem obras de referência.
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Quando as migalhas também alimentam
"Ela, porém, veio e o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me! Então, ele, respondendo, disse: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Ela, contudo, replicou: Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos. Então, lhe disse Jesus: Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres. E, desde aquele momento, sua filha ficou sã" (Mateus 15.25-28).
Que Deus em Cristo Jesus a todos abençoe, agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa.
Aprendiz de Teologia
Que Deus em Cristo Jesus a todos abençoe, agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa.
Aprendiz de Teologia
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Salmo 117. Todos os povos devem louvar ao Senhor.
"Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, louvai-o, todos os povos. Porque mui grande é a sua misericórdia para conosco, e a fidelidade do Senhor subsiste para sempre. Aleleuia!".
Que Deus a todos abençoe em Cristo Jesus agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
Que Deus a todos abençoe em Cristo Jesus agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
sábado, 16 de março de 2013
Afinal, quem são as potências mundiais?
"Eis que as nações são consideradas por Ele como um pingo que cai de um balde e como um grão de pó na balança; as ilhas são com pó fino que se levanta. Todas as nações são perante Ele como coisa que não é nada; Ele as considera menos do que nada, como um vácuo".
"Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais Ele chama pelo nome; por ser Ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar" (Livro do profeta Isaías 40. 15, 17, 26).
" A fé no poder criador de Deus oferece um sólido ponto de apoio para a mensagem de salvação anuncida em Isaías dos capítulos 40 ao 55. Se o Senhor é o criador do universo, tudo quanto existe está sob o seu domínio. Portanto, nenhuma força humana é capaz de impedí-lo de levar a bom termo os seus desígnios de salvação" (Isaías 40.28; 43.13; 45.7; 51.6; 52.10) (Bíblia de Estudo Almeida, p. 764. Barueri - SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999).
E por que não citar: "Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a Ele para que lhe venha a ser restituído? Porque Dele, e por meio Dele, e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém!" (Carta aos Romanos 11. 33-36).
A Deus, criador bendito, fonte de toda a esperança, nosso louvor, nossa gratidão, nossa reverência.
Por que temer homens vis, inescrupulosos? Estadistas que enganados pela posição que ocupam esquecem que do Senhor emana todo o poder, todo o controle, toda a autoridade, todo o desígnio?
Que nosso coração não perca a quietude e a Paz que só o Senhor pode dar em dias tão conturbados que da mesma forma foram preditos pela Bíblia, e que antecedem o momento mais que auspicioso do arrebatamento da Igreja, a noiva do cordeiro, ao encontro do Amado.
Que Deus em Cristo a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa.
Aprendiz de Teologia
"Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais Ele chama pelo nome; por ser Ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar" (Livro do profeta Isaías 40. 15, 17, 26).
" A fé no poder criador de Deus oferece um sólido ponto de apoio para a mensagem de salvação anuncida em Isaías dos capítulos 40 ao 55. Se o Senhor é o criador do universo, tudo quanto existe está sob o seu domínio. Portanto, nenhuma força humana é capaz de impedí-lo de levar a bom termo os seus desígnios de salvação" (Isaías 40.28; 43.13; 45.7; 51.6; 52.10) (Bíblia de Estudo Almeida, p. 764. Barueri - SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999).
E por que não citar: "Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a Ele para que lhe venha a ser restituído? Porque Dele, e por meio Dele, e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém!" (Carta aos Romanos 11. 33-36).
A Deus, criador bendito, fonte de toda a esperança, nosso louvor, nossa gratidão, nossa reverência.
Por que temer homens vis, inescrupulosos? Estadistas que enganados pela posição que ocupam esquecem que do Senhor emana todo o poder, todo o controle, toda a autoridade, todo o desígnio?
Que nosso coração não perca a quietude e a Paz que só o Senhor pode dar em dias tão conturbados que da mesma forma foram preditos pela Bíblia, e que antecedem o momento mais que auspicioso do arrebatamento da Igreja, a noiva do cordeiro, ao encontro do Amado.
Que Deus em Cristo a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa.
Aprendiz de Teologia
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