"E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.
Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabalávies e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão". (1 Coríntios 15. 54-58).
Preferindo não citar nomes, lembro-me aqui de pessoas amadas que em aproximadamente 30 dias foram chamadas ao descanso celestial.
Que Deus por meio de Seu Espírito Santo conforte familiares e amigos e sugiro que os textos bíblicos que referem-se à morte e ao nosso inevitável encontro com o Criador de todas as coisas, pudessem ser lidos e meditados com duas perguntas bem pertinentes: Como me encontrarei com Deus? Receberei ou não, o bem vindo celestial?
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa.
Aprendiz de Teologia
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Quem está livre de ser açoitado por uma tragédia?
Sim, quem está livre de tragédias? E essa pergunta acompanha muitas outras. A partir delas seguem-se as mais variadas explicações e, não bastasse, surgem também muitas especulações que acabam confundindo além de inúmeras vezes não trazerem nenhum consolo ou mesmo conforto.
A madrugada do último dia 27/01/2013 foi marcada por uma tragédia que contabilizou vários mortos e feridos em uma casa de show na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Aqui acautelo-me para não ser mais um especulador de plantão e o texto que segue-se estará alinhado, na medida do possível, com a Palavra de Deus.
Há uma tendência generalizada de se constatar que a morte é um fato apenas em momentos de tragédia. No entanto, a Bíblia Sagrada mostra também que a vida é fugaz, é passageira, é uma flor, é um sopro. O escritor do Salmo 90. 10 assim expressa seu pensamento: "Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso o melhor deles é canseira e enfado porque tudo passa rapidamente, e nós voamos".
A fragilidade da existência humana é a companhia do recém-nascido ao ancião. Do que desfruta plenas condições de locomoção física e individual ao que encontra-se em situação vegetativa ou terminal em um leito. Se há vantagens elas são apenas aparentes. A vida é passageira para qualquer um de nós.
E sobre as especulações que surgem em momentos de agonia, tristeza, luto e dor aparecem as que classificam a morte de alguém simplesmente pela evasiva: "Era tão jovem!" ou "Ah! Viveu muito!". A primeira evasiva tenta dizer que jovem não poderia morrer. A segunda soa como um ato de concordância; isto é, velho tem de morrer.
Há ainda mais uma evasiva e essa muito temerária, a de se considerar uma tragédia como castigo divino.
A Bìblia Sagrada fala do castigo divino sobre nações e indivíduos. Em combinação também refere-se à lei da semeadura, onde tudo o que o homem semear, isto colherá. Contudo, os especuladores sem nem um pouco de bom senso esquecem que do mesmo modo como morre o que não tem compromisso com Deus, com Sua Palavra e Seu Reino, falecem os que tem uma vida reta diante do Senhor e muitos desses servos fiéis padecem com enfermidades em leitos, cadeira de rodas, carecendo de ajuda constante de familiares e pessoas habilitadas para tal.
Dois textos não poderiam aqui ser esquecidos. O primeiro lembra que o lado material deve existir, caracterizado pela luta pela sobrevivência, mas que não é tudo, que não é o fim em si mesmo. Em uma parábola contada por Jesus um homem bem sucedido ao final de uma colheita constata que está mais rico que antes. Mais que eufórico ele fala consigo que é preciso a construção de novos paióis (depósitos, celeiros) e acrescenta que sua alma está bem amparada e não deve temer nada. Aliás, para quê pensar na morte em momento tão auspicioso? E é possível que se alguma pessoa fizesse ao homem a pergunta que Deus naquele momento lhe fez, não fosse bem aceita. "Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?". A narrativa bíblica encontra-se no evangelho de Lucas 12.16-21.
O outro texto encontra-se registrado no evangelho de João 9.1-3 e poderia servir mesmo aos que não estão interessados na ajuda, mas na especulação vil e barata. "...Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?".
A resposta de Jesus é muito abrangente e repleta de ensino a quem gosta de perguntar já tendo a resposta. O agravante é que os especuladores na maioria das vezes têm respostas rápidas, erradas e muito simples para casos tão complexos.
Que Deus, por meio da Bíblia Sagrada, de Seu amado Filho Jesus e da ação consoladora do Espírito Santo - que a tudo prescruta - possa confortar e amparar aos que sofrem a perda de seus queridos, aos que amargam o esquecimento de uma visita amiga e aos que sofrem os resultados de enfermidades ainda não curadas ou incuráveis.
Que o Senhor a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa
Aprendiz de Teologia
terça-feira, 16 de outubro de 2012
O coração, um inestimável tesouro
"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração porque dele procedem as saídas da vida" (Provérbios 4.23).
Coração aqui como parte principal do nosso ser e do nosso psiquismo. Segundo o Pr. Antonio Gilberto, "o nosso psiquismo consiste de três distintos poderes da alma: (1) intelecto; (2) afetividade; (3) vontade. O referido pastor e biblicista, também enfatiza, que a nossa vida para ser normal e equilibrada (inclusive a nossa saúde), depende da proporcionalidade e da harmonia desses três poderes ou faculdades da alma, e acrescenta que nossa afetividade também consiste de três grandes grupos de funções que são as emoções, paixões e os sentimentos. Em Lucas 10.27, onde a Bíblia trata dos três poderes da alma, a afetividade vem em primeiro lugar" (Apostila: A família Cristã, p.27. Pr. Antonio Gilberto).
Deus a todos abençoe em Cristo Jesus.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
Coração aqui como parte principal do nosso ser e do nosso psiquismo. Segundo o Pr. Antonio Gilberto, "o nosso psiquismo consiste de três distintos poderes da alma: (1) intelecto; (2) afetividade; (3) vontade. O referido pastor e biblicista, também enfatiza, que a nossa vida para ser normal e equilibrada (inclusive a nossa saúde), depende da proporcionalidade e da harmonia desses três poderes ou faculdades da alma, e acrescenta que nossa afetividade também consiste de três grandes grupos de funções que são as emoções, paixões e os sentimentos. Em Lucas 10.27, onde a Bíblia trata dos três poderes da alma, a afetividade vem em primeiro lugar" (Apostila: A família Cristã, p.27. Pr. Antonio Gilberto).
Deus a todos abençoe em Cristo Jesus.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Uma sugestão
Com os mais variados argumentos, muitas igrejas evangélicas têm inserido na liturgia cultos com temas, que segundo dizem, atraem o povo, a massa, os interessados em movimento, em bençãos, etc. O que segue-se, é apenas uma amostra, um ensaio.
Na segunda-feira, o culto da vitória. Na terça, o culto da prosperidade. Na quarta, o culto de libertação. Na quinta, o culto dos empresários. Na sexta, o culto das causas impossíveis. No sabádo, o culto da família. No domingo, um culto de louvorzão.
Na segunda-feira, o culto da vitória. Na terça, o culto da prosperidade. Na quarta, o culto de libertação. Na quinta, o culto dos empresários. Na sexta, o culto das causas impossíveis. No sabádo, o culto da família. No domingo, um culto de louvorzão.
Com certeza, deve existir outros tipos de culto e reuniões diversas que podem ser sugeridos, mas como tem ocorrido uma temerária falta de pregação e ensino da Palavra de Deus na maioria dos referidos cultos, e por se ver tantos crentes raquíticos espiritualmente, sugiro um culto que se ensine sobre caráter cristão, testemunho de vida, consagração, amor e apego a Bíblia, anelo crescente pela volta de Jesus para arrebatar sua igreja. Que se ensine sobre elevados padrões de moralidade e espiritualidade, não apenas a membresia, mas à liderança. Que os referidos mensageiros, responsáveis pela pregação e ensino da Bíblia, tenham coerência entre o falar na e da tribuna, com a vida cotidiana.
Reconhecemos agradecidos, que em muitas igrejas exista a preocupação com o que será ministrado. Que também exista uma incessante busca por parte da liderança pela sabia orientação do Espírito Santo de Deus. Que exista seriedade na condução de seus respectivos cultos. No entanto, é lamentável também reconhecer, que noutros lugares, haja uma espécie de maquiagem que dura apenas na hora do culto.
Se não houver o sistemático ensino da Palavra de Deus, o povo se corrompe, implicando em falta de compromisso, de seriedade, de quebrantamento.
Como nos dias de Esdras e Neemias almejamos por um reavivamento consistente baseado em princípios bíblicos. (1º) A leitura e explicação da Lei do Senhor que para muitos hodiernamente, seriam quase exaustivas (Neemias 8. 1 - 9); (2º) O arrependimento e confissão de pecados (Neemias 9).
Que Deus em Cristo Jesus, a todos abençoe agora e na eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Uma avaliação de nossa existência
"E este perguntou: - Qual a sua idade?Jacó respondeu: - Já estou com 130 anos de idade e sempre tenho andado de um lado para outro. A minha vida tem passado rapidamente, e muitos anos foram difíceis. E eu não tenho conseguido viver tanto quanto os meus antepassados, que tiveram uma vida tão dura como a que eu tive" (Gênesis 47. 8, 9, NTLH).
Nossa existência deve ser composta de tempo (quantidade), e de conteúdo (qualidade). As palavras do patriarca Jacó exprimem exatamente esses dois fatores tão importantes e que devem gerar por parte de cada pessoa uma sincera avaliação. É interessante que Faraó pergunta a idade e Jacó desabafa, abre seu coração e expõe com poucas palavras o muito que dele sabemos quando ainda era o rapaz sedentário vivendo com o pai e a mãe. Aqui são bem vindas as palavras do rei Salomão que também teve uma vida bem agitada de altos e baixos, e em um pouco de suas memórias ele escreve: "Lembre de seu Criador enquanto você ainda é jovem, antes que venham os dias maus e cheguem os anos em que você dirá: "Não tenho mais prazer na vida" (Eclesiastes 12.1).
Nossa existência deve ser composta de tempo (quantidade), e de conteúdo (qualidade). As palavras do patriarca Jacó exprimem exatamente esses dois fatores tão importantes e que devem gerar por parte de cada pessoa uma sincera avaliação. É interessante que Faraó pergunta a idade e Jacó desabafa, abre seu coração e expõe com poucas palavras o muito que dele sabemos quando ainda era o rapaz sedentário vivendo com o pai e a mãe. Aqui são bem vindas as palavras do rei Salomão que também teve uma vida bem agitada de altos e baixos, e em um pouco de suas memórias ele escreve: "Lembre de seu Criador enquanto você ainda é jovem, antes que venham os dias maus e cheguem os anos em que você dirá: "Não tenho mais prazer na vida" (Eclesiastes 12.1).
A vida oferece prioridades, avanços, conquistas, derrotas e vitórias. Cada qual tem o enredo de sua existência. Algumas vezes o próprio dinamismo da vida faz com que sobre certos fatos não tenhamos controle, estão além de nosso alcance, no entanto na maior parte do trajeto Deus permite e concede o livre arbítrio que é o poder de decidir. Os que pensam diferente são levados às raias do fatalismo.
Jacó tem 130 anos de vida, mas se pudesse voltar no tempo e espaço talvez não usasse de uma ação sagaz para apropriar-se da primogenitura de Esaú. De ter usado meios fraudulentos, mesmo que devidamente orientado pela própria mãe para apropriar-se da benção que seria do irmão mais velho. Foragido em Harã onde reside com o tio Labão também um enganador, Jacó descobre e colhe os frutos da semeadura. Se irônico ou não, estava tudo entre família. "Aquilo que o homem semear, isso também ceifará" (Gálatas 6.7). Já foi dito com muita maestria que: "Mais importante que acrescentar dias à sua vida, é acrescentar vida aos seus dias". Não deve ser esquecido o triste episódio no qual os dez filhos em conluio enganam Jacó quanto ao paradeiro de José. A verdade viria às claras anos depois.
Em avaliação pessoal, é possível que Jacó tenha vasculhado seus anos de vida e feito um inventário, descobrindo que viveu ladeado pelo escapismo e ativismo, fatos que têm sido a prática de muitas pessoas que na verdade mascaram questões intra-pessoais, familiares e particulares não resolvidas devidamente. A pessoa usa um tipo de cortina para esconder-se, mas até quando? O escapismo é caracterizado " pela fuga e evasão. É o alívio ou a distração mental de obrigações ou realidades desagradáveis recorrendo a devaneios e imaginações", por outro lado, o ativismo é demonstrado pela intensa, exagerada e desproporcional atividade. Não há tempo para Deus, para a meditação na santa e bendita Palavra, para a família. Por inúmeras vezes não se entende que a ordem das prioridades é (1) Deus; (2) Família e (3) Igreja.
Alguns fatos a serem refletidos sobre a vida de Jacó.
- Na edição Almeida Revista e Atualizada (ARA), no mesmo texto acima Jacó expressa-se: "os dias dos anos das minhas peregrinações são 130 anos". Teria ele escolhido ou teria sido jogado em tais peregrinações? Quem seriam os culpados? Faltou orientação? Ou as orientações foram erradas? Na metáfora do Novo Testamento, a vida cristã é uma peregrinação, mas parece que o patriarca quer dizer que suas peregrinações poderiam ter sido mais amenas se ele mesmo não tivesse produzido tantos percalços para si;
- e continua: "poucos e maus foram os anos da minha vida". Jacó deve ter na lembrança que fora próspero, mas sem qualidade de vida. Ele está arcado pelos anos de existência e deixa a lição que não é apenas "anos de vida", mas de conteúdo, ideais, perspectivas e qualidade. Mais tarde o sacro escritor pergunta: "Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens guardado, para quem será"? (Lucas 12.20);
- Nessa perspectiva o salmista suplica: "Ensina-nos a contar nossos dias, para que alcancemos coração sábio" (Salmos 90.12);
- Jacó é a figura do crente carnal que aprende às duras penas, preferindo transigir com o mundo. Nos conflitos esse tipo de crente confia mais em si do que em Deus. Deseja as bençãos por meios ilícitos e para consegui-las não mede as consequências;
- "E não chegaram aos dias dos anos da vida de meus pais, nos dias de suas peregrinações". Jacó ainda viveu 17 anos, mas em sua avaliação, tanto o avô Abraão, quanto seu pai Isaque, mesmo em suas peregrinações e deslizes que cometeram tiveram um saldo mais positivo e que ele Jacó, lamentava ter ficado distante e insiste que teve longevidade, mas sem a devida qualidade;
- Nota digna de registro é que Jacó aquilata as adversidades sofridas, tristezas, trapassas que aplicou, imaturidade associada a desejos sagazes, mas não culpa a terceiros. Não se diz vítima ou perseguido de quem quer que seja;
- Louvamos a Deus pela transparência e imparcialidade de Sua Palavra em não esconder as fraquezas, pecados e deslizes de seus personagens. O cronista bíblico registrou o depoimento de Jacó, apenas um versículo, mas de uma profundidade eterna. Jacó aparece na galeria dos heróis da fé, na epístola aos Hebreus.
Deus a todos abençoe agora e na eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Deus e o Titanic
"Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; porquanto está escrito: Ele apanha os sábios na própria astúcia deles. E outra vez: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são pensamentos vãos" (1 Coríntios 3.19,20).
É mais que conhecida a história que diante da imponência do navio Titanic, um arrojo da construção naval à época, e diante do público que o admirava antes de sua partida para os Estados Unidos, alguns construtores e engenheiros não temeram em dizer que a segurança da embarcação não conhecia limites e quem nem Deus poderia afundar o Titanic. Já na rota de viagem o comandante da embarcação trouxe explicações e informações aos passageiros ratificando que a segurança era total mesmo com a possibilidade de panes ou imprevistos. Se foram declarações despretensiosas, talvez permeadas com um pouco de vaidade profissional ou um claro desafio, Deus ouviu e o Titanic afundou há cem anos.
Documentários muito bem feitos tentam uma explicação para a inconcebível tragédia, e é lógico que o pesquisador sempre descarta a hipótese do sobrenatural, ou seja, de uma ação divina de juízo. As linhas de investigação sempre voltam ao centro da questão: A portentosa embarcação mesmo que sofresse as mais pesadas avarias, ainda assim não afundaria e por que afundou?
Antes e bem antes, os homens em seus desvarios, inquietações e palavras desafiadoras a Deus já afundaram. Aqui, as presentes linhas não serão muito extensas e nem terão o intuito de provar a existência de Deus, pois as provas são mais que suficientes e estão patentes não precisando de extensas pesquisas, viagens cansativas e que oneram muito. As possibilidades de se constatar a existência de Deus a "olho nú" são inumeráveis e sem muita complexidade.
Esclarecido deve ser que Deus em seu infinto amor, misericórdia, graça e perdão, não se ufana de precisar castigar a quem quer que seja. Ele não é sádico e perverso. Ele é e continuará amoroso como prerrogativa de seus muitos atributos, mas se nas leis da física o princípio de "toda ação compreende uma reação", por que as pessoas insistem em desafiar a Deus e acharem que a lei da semeadura não será efetivada obedecendo os moldes e tempo do Senhor?
E aqui é muito bem vindo o sagrado texto da Epístola de Paulo aos Romanos quando o apóstolo absorto e tomado de comtemplação, queda-se reverentemente: "V.33- Como são grandes as riquezas de Deus! Como são profundos o seu conhecimento e a sua sabedoria! Quem pode explicar as suas decisões? Quem pode entender os seus planos? V.34- Como dizem as Escrituras Sagradas: "Quem pode conhecer a mente do Senhor? Quem é capaz de lhe dar conselhos? V.35- Quem já deu alguma coisa a Deus para receber Dele algum pagamento?" V.36- Pois todas as coisas foram criadas por Ele, e tudo existe por meio Dele e para Ele. Glória a Deus para sempre" Amém!" (Epístola aos Romanos 11.33-36).
Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
É mais que conhecida a história que diante da imponência do navio Titanic, um arrojo da construção naval à época, e diante do público que o admirava antes de sua partida para os Estados Unidos, alguns construtores e engenheiros não temeram em dizer que a segurança da embarcação não conhecia limites e quem nem Deus poderia afundar o Titanic. Já na rota de viagem o comandante da embarcação trouxe explicações e informações aos passageiros ratificando que a segurança era total mesmo com a possibilidade de panes ou imprevistos. Se foram declarações despretensiosas, talvez permeadas com um pouco de vaidade profissional ou um claro desafio, Deus ouviu e o Titanic afundou há cem anos.
Documentários muito bem feitos tentam uma explicação para a inconcebível tragédia, e é lógico que o pesquisador sempre descarta a hipótese do sobrenatural, ou seja, de uma ação divina de juízo. As linhas de investigação sempre voltam ao centro da questão: A portentosa embarcação mesmo que sofresse as mais pesadas avarias, ainda assim não afundaria e por que afundou?
Antes e bem antes, os homens em seus desvarios, inquietações e palavras desafiadoras a Deus já afundaram. Aqui, as presentes linhas não serão muito extensas e nem terão o intuito de provar a existência de Deus, pois as provas são mais que suficientes e estão patentes não precisando de extensas pesquisas, viagens cansativas e que oneram muito. As possibilidades de se constatar a existência de Deus a "olho nú" são inumeráveis e sem muita complexidade.
Esclarecido deve ser que Deus em seu infinto amor, misericórdia, graça e perdão, não se ufana de precisar castigar a quem quer que seja. Ele não é sádico e perverso. Ele é e continuará amoroso como prerrogativa de seus muitos atributos, mas se nas leis da física o princípio de "toda ação compreende uma reação", por que as pessoas insistem em desafiar a Deus e acharem que a lei da semeadura não será efetivada obedecendo os moldes e tempo do Senhor?
E aqui é muito bem vindo o sagrado texto da Epístola de Paulo aos Romanos quando o apóstolo absorto e tomado de comtemplação, queda-se reverentemente: "V.33- Como são grandes as riquezas de Deus! Como são profundos o seu conhecimento e a sua sabedoria! Quem pode explicar as suas decisões? Quem pode entender os seus planos? V.34- Como dizem as Escrituras Sagradas: "Quem pode conhecer a mente do Senhor? Quem é capaz de lhe dar conselhos? V.35- Quem já deu alguma coisa a Deus para receber Dele algum pagamento?" V.36- Pois todas as coisas foram criadas por Ele, e tudo existe por meio Dele e para Ele. Glória a Deus para sempre" Amém!" (Epístola aos Romanos 11.33-36).
Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
terça-feira, 6 de março de 2012
...Devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!
Tem ocorrido um certo frenesi quanto ao aparato logístico de algumas igrejas evangélicas, ou seja, acomodações, estrutura de som, computadores e seus acessórios, ambiente climatizado, acessiblidade ao local. Resumindo: é aquilo que determinada igreja oferece de bem estar aos que nela chegam. Em alguns lugares não se chama mais de igreja, mas de comunidades, e há comunidades que entendendo as dificuldades de locomoção de seus congregados disponibilizam transportes para os mesmos. Ação como essa e outras que não tenham intenções escusas, são bem vindas e deveriam quando possível serem copiadas. No entanto, atrelado ao necessário aconchego que deve ter a casa de Deus deve estar a liturgia, que em simples palavras fala do serviço prestado a Deus e atrelado a liturgia o aspecto espiritual. A liturgia não pode ser estritamente formal, rígida. Há igrejas que usam o tradicional boletim contendo um esboço do culto e outras informações o que não neutraliza em nada a operação do Espírito Santo. Aqui vale lembrar a suntuosidade do templo dos judeus em Jerusalém, mesmo assim a seriedade do culto e dos que dele participavam eram uma exigência divina. Na inauguração e consagração do templo pelo rei Salomão, o sacro escritor registra: "Tendo Salomão acabado de orar, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do Senhor encheu a casa" (2 Crônicas 7.1). A organização, a tecnologia e seus afins devem estar subordinados à direção do Senhor Jesus. Desencontros acontecem quando as partes de um culto passam a ser mais importantes e mais imponentes que o todo. Um culto evangélico sério e orientado pela Palavra de Deus, precisa sim de atrativos, mas não de atrações. Qualquer parte do culto que envolva os departamentos da igreja não deve trazer a idéia de entretenimento ou de um artifício que sugira diversão. Um culto envolve doações de tempo, de vidas, de prévios ensaios de corais, de orquestras, de grupos/bandas musicais, assim como o devido preparo e graça daquele que ministrará a santa e bendita Palavra de Deus, e coerente com esse pensamento o apóstolo Paulo recomendou: "Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Carta de Paulo aos Romanos 12.1).
Por outro lado é muito temerário abrir mão e até desconsiderar os recursos materiais acima elencados com a desculpa que a espiritualidade do culto será afetada ou mesmo anulada e daí surge o argumento mesquinho que faz alusão aos velhos tempos em que os irmãos se deslocavam com muita dificuldade até suas congregações. Tais apologistas esquecem que não só nos rincões da nação brasileira mas em várias partes do mundo há um grupo de fiéis e amados irmãos que ainda serve a Jesus em suas respectivas igrejas ou comunidades mesmo sem as benesses de um veículo para locomoção, sem assentos confortáveis, sem luminárias de última geração e que precisam da santa companhia de suas Bíblias, quando têm, porque nunca viram um data-show.
Conclue-se então, que tendo-se ou não os acessórios da tecnologia em uma igreja deve-se almejar antes de tudo que a ação do Espírito Santo seja notada e patente. Se há em certos cultos exageros, aberrações deve-se identificar que a acão não é do Espírito Santo mesmo que alguns descaradamente e sem o mínimo de pudor insistam que fizeram certas extravagâncias mandados pelo Espírito de Deus.
"Devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas"!
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
Por outro lado é muito temerário abrir mão e até desconsiderar os recursos materiais acima elencados com a desculpa que a espiritualidade do culto será afetada ou mesmo anulada e daí surge o argumento mesquinho que faz alusão aos velhos tempos em que os irmãos se deslocavam com muita dificuldade até suas congregações. Tais apologistas esquecem que não só nos rincões da nação brasileira mas em várias partes do mundo há um grupo de fiéis e amados irmãos que ainda serve a Jesus em suas respectivas igrejas ou comunidades mesmo sem as benesses de um veículo para locomoção, sem assentos confortáveis, sem luminárias de última geração e que precisam da santa companhia de suas Bíblias, quando têm, porque nunca viram um data-show.
Conclue-se então, que tendo-se ou não os acessórios da tecnologia em uma igreja deve-se almejar antes de tudo que a ação do Espírito Santo seja notada e patente. Se há em certos cultos exageros, aberrações deve-se identificar que a acão não é do Espírito Santo mesmo que alguns descaradamente e sem o mínimo de pudor insistam que fizeram certas extravagâncias mandados pelo Espírito de Deus.
"Devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas"!
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Jesus ungido por Maria em Betânia
"Seis dias antes da Páscoa, foi Jesus para Betânia, onde estava Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos. Deram-lhe, pois, ali, uma ceia; Marta servia, sendo Lázaro um dos que estavam com ele à mesa. Então, Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo" (Evangelho de João 12.1-3).
Que Deus em Cristo Jesus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
Que Deus em Cristo Jesus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa. Aprendiz de Teologia.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Para reflexão
"A morte que os homens tanto temem, apenas é a separação entre corpo e a alma, mas a morte que os homens não temem, é a eterna separação de Deus" (Agostinho, 354-430).
"E lhes proferiu ainda uma parábola, dizendo: O campo de um homem rico produziu com abundância. E arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus" (Evangelho de Lucas 12. 16-21).
Pr. Josué Ribeiro da Costa, Aprendiz de Teologia.
Que Deus em Cristo Jesus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
"E lhes proferiu ainda uma parábola, dizendo: O campo de um homem rico produziu com abundância. E arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus" (Evangelho de Lucas 12. 16-21).
Pr. Josué Ribeiro da Costa, Aprendiz de Teologia.
Que Deus em Cristo Jesus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
sábado, 17 de dezembro de 2011
A confissão de pecados como salutar prática
"Os da linhagem de Israel se apartaram de todos os estranhos, puseram-se em pé e fizeram confissão dos seus pecados e das iniquidades de seus pais." (Neemias 9.2)
A confissão de pecados segundo os padrões bíblicos deveria ser uma "rotina", quero dizer, uma disciplina. Todo o dia é momento de confissão de pecados. Confrontados ou não com nossas falhas, mazelas e pecados, o Espírito Santo almeja nos encorajar a esta salutar prática. Esclareça-se que tal postura não é um mantra, uma espécie de reza ou algo que o valha, pois redundará em legalismo.
A partir da sondagem feita por Deus e de um sincero pedido, o cristão pode falar como o salmista: "vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno" (Salmo 139.23,24). A falta de confissão acumula frieza espiritual, formalismo e insenssibilidade como ocorreu com o povo de Israel e sua liderança por diversas vezes. Deus em sua infinita e graciosa misericórdia provia meios para que através de grandes avivamentos retornassem aos padrões requeridos por Ele.
A confissão de pecados também serve de alarme. O pecado é hediondo. É traiçoeiro. É insistente. É incansável. O escritor na Carta aos Hebreus afirma: "...desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia.."(Hebreus 12.1). Reportando ao primeiro homicídio, as Sagradas Escrituras falam de uma espécie de aviso solene que o Senhor dera a Caim: "Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo" (Gênesis 4.7). Teria Caim conseguido livramento de tamanha queda caso tivesse confessado o pecado já instalado, mas não consumado? A resposta só pode ser positiva e aqui citamos as palavras de Tiago em sua carta: "Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá a luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte" (Tiago 1.15). A confissão é benfazeja, pois cada cristão sincero mesmo acobertado pelo precioso sangue de Jesus, não pode ser ingênuo em desconhecer que lidamos com um coração corrupto cujo mapa só Deus tem acesso e completo domínio. Com a confissão vem o discernimento que áreas obscuras de nosso ser devem ser vasculhadas pelo melhor dos psicanalistas, o Senhor, que conhece cada um de seus vasos como atesta o profeta Jeremias em sábias palavras: "Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações" (Jeremias 17.10).
O crente sincero e conhecedor de suas inúmeras necessidades espirituais não vai esperar grandes avivamentos ou mesmo situação de crises como as que ocorreram nos dias de Esdras e Neemias (Neemias 9.2) para fazer confissão de pecados, mas vai insistir diante do trono do Altíssimo por sua graça, misericórdia e vida de vitória.
Do pecado congênito, inato, herdado de Adão, foram todos os cristãos sinceros purificados pelo precioso sangue de Jesus: "Se, porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo o pecado" (1 João 1.7). Na mesma epístola é enfatizado que "Todo aquele que permanece Nele (em Jesus), não vive pecando" (1 João 3.6), significando que não vive na prática ostensiva do pecado.
Aqui, então, a confissão de pecados compreende deslizes, fraquezas diversas cometidas não porque se é escravo do pecado, mas por se estar em um mundo que conspira diariamente contra o cristão. Deve-se, no entanto, saber que o livramento total só virá na eternidade.
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa, Aprendiz de Teologia
A confissão de pecados segundo os padrões bíblicos deveria ser uma "rotina", quero dizer, uma disciplina. Todo o dia é momento de confissão de pecados. Confrontados ou não com nossas falhas, mazelas e pecados, o Espírito Santo almeja nos encorajar a esta salutar prática. Esclareça-se que tal postura não é um mantra, uma espécie de reza ou algo que o valha, pois redundará em legalismo.
A partir da sondagem feita por Deus e de um sincero pedido, o cristão pode falar como o salmista: "vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno" (Salmo 139.23,24). A falta de confissão acumula frieza espiritual, formalismo e insenssibilidade como ocorreu com o povo de Israel e sua liderança por diversas vezes. Deus em sua infinita e graciosa misericórdia provia meios para que através de grandes avivamentos retornassem aos padrões requeridos por Ele.
A confissão de pecados também serve de alarme. O pecado é hediondo. É traiçoeiro. É insistente. É incansável. O escritor na Carta aos Hebreus afirma: "...desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia.."(Hebreus 12.1). Reportando ao primeiro homicídio, as Sagradas Escrituras falam de uma espécie de aviso solene que o Senhor dera a Caim: "Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo" (Gênesis 4.7). Teria Caim conseguido livramento de tamanha queda caso tivesse confessado o pecado já instalado, mas não consumado? A resposta só pode ser positiva e aqui citamos as palavras de Tiago em sua carta: "Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá a luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte" (Tiago 1.15). A confissão é benfazeja, pois cada cristão sincero mesmo acobertado pelo precioso sangue de Jesus, não pode ser ingênuo em desconhecer que lidamos com um coração corrupto cujo mapa só Deus tem acesso e completo domínio. Com a confissão vem o discernimento que áreas obscuras de nosso ser devem ser vasculhadas pelo melhor dos psicanalistas, o Senhor, que conhece cada um de seus vasos como atesta o profeta Jeremias em sábias palavras: "Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações" (Jeremias 17.10).
O crente sincero e conhecedor de suas inúmeras necessidades espirituais não vai esperar grandes avivamentos ou mesmo situação de crises como as que ocorreram nos dias de Esdras e Neemias (Neemias 9.2) para fazer confissão de pecados, mas vai insistir diante do trono do Altíssimo por sua graça, misericórdia e vida de vitória.
Do pecado congênito, inato, herdado de Adão, foram todos os cristãos sinceros purificados pelo precioso sangue de Jesus: "Se, porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo o pecado" (1 João 1.7). Na mesma epístola é enfatizado que "Todo aquele que permanece Nele (em Jesus), não vive pecando" (1 João 3.6), significando que não vive na prática ostensiva do pecado.
Aqui, então, a confissão de pecados compreende deslizes, fraquezas diversas cometidas não porque se é escravo do pecado, mas por se estar em um mundo que conspira diariamente contra o cristão. Deve-se, no entanto, saber que o livramento total só virá na eternidade.
Que Deus a todos abençoe agora e no dia da eternidade.
Pr. Josué Ribeiro da Costa, Aprendiz de Teologia
Assinar:
Postagens (Atom)